Deitados na grama, na beira-mar,
O que tu és?
És o vento no rosto,
És a meia-luz da lua,
Que ilumina devagar.
És riso frouxo,
Vereda que sempre leva a bons lugares,
Dos beijos, o infindável.
És indecisão, hesitação,
Mais que isso:
És um mar de enigmas.
Dê-me chave e permissão:
Submerjo sem pensar duas vezes.
Decifro-te e devoro-te,
Mas prometo não fazer bagunça,
Nem trocar os enigmas de prateleira.
(Talvez só um pouco)
sábado, 24 de agosto de 2013
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Imortalidade
Caso ouça teu nome sussurrado pelas ruas,
Ou o leia escrito em algum muro da cidade,
Não se assuste, saiba de antemão:
Quem se envolve com rabiscador de letras vira imortal.
Vira letra, vira rima,
E assim transcende nossas quatro dimensões.
O olhar, o abraço,
O beijo: vira letra.
Mãos, unhas,
Carinhos: viram rima.
Essa felicidade triste bruxuleando sobre nossas cabeças,
A meia luz da vela que não deixa mostrar nossos defeitos,
As notas musicais que brincam em nossos ouvidos, respiração...
E raiva, e rancor,
E perdão, e redenção: tudo vira poesia.
Pois lembre-se:
Quem se envolve com rabiscador de letras ganha vida além da vida.
Ou o leia escrito em algum muro da cidade,
Não se assuste, saiba de antemão:
Quem se envolve com rabiscador de letras vira imortal.
Vira letra, vira rima,
E assim transcende nossas quatro dimensões.
O olhar, o abraço,
O beijo: vira letra.
Mãos, unhas,
Carinhos: viram rima.
Essa felicidade triste bruxuleando sobre nossas cabeças,
A meia luz da vela que não deixa mostrar nossos defeitos,
As notas musicais que brincam em nossos ouvidos, respiração...
E raiva, e rancor,
E perdão, e redenção: tudo vira poesia.
Pois lembre-se:
Quem se envolve com rabiscador de letras ganha vida além da vida.
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