Deixa eu desfazer essas tuas tranças, essa tua graça,
Deixa eu desabotoar um a um os botões de tua blusa,
Vamos guardar os óculos ali do lado,
Deixa eu te despir...
Deixa eu chegar mais perto, bem perto,
Deixa eu te contar aquilo tudo que tenho gravado pra você,
Acho que lembro por completo daqueles versos que te escrevi,
Deixa eu te mostrar tudo que anda, andou e vai andar aqui guardado...
Toma, fica com isso, guarda à vista,
Se a saudade apertar, olha pra isso, lembra de mim.
Se eu errar, me perdoa,
É culpa dessa infeliz cautela...
Não, não vai agora, por favor,
Não se vista, fica mais um pouco, ainda é cedo
Me conta aquelas histórias de novo,
Me diz aquilo tudo que leva dessa vida,
Deixa eu ver as cicatrizes, me diz o que aprendeu com elas,
Também te mostro as minhas... vamos uni-las.
Façamos delas nossos pequenos troféus,
Nossas coleções de amadurecimento.
Poesia.
ResponderExcluirSim.
ResponderExcluir(espero)
Poesia (!)
ResponderExcluirAh, uma constatação! hahaha :)
ResponderExcluirGostei desse. :}
ResponderExcluirGostei desse. :}
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