quarta-feira, 25 de julho de 2012

Triste dedilhar da saudade

Escrito em 15/11/11:

Será que vês que irradio felicidade ao te ver chegar?
(E como me quebro em cacos ao te ver partir!)
Será que vês que necessito mais e mais do seu olhar?
(E como me regozija a sua presença e o toque de suas mãos!)
Se não viu, veja!

Ou talvez, será que percebes que me seduz por completo?
(E como seduz! Indago-me: que mistérios guarda
por detrás desses olhos que me consomem?)

E ainda, será que percebes que o que preciso mesmo é de seus beijos?
(E como preciso também ir de encontro ao seu corpo, e juntá-lo ao meu,
para sentir seu calor, e quem sabe transmitir o meu!)
Caso não tenha percebido, perceba

Perceba e veja,
O que digo é real,
Já não suporto a saudade de um minuto sem você.
Veja e perceba,
Tome esses versos como um pedido
(Uma súplica de quem não sabe se expressar),
Não suma jamais!

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